terça-feira, 30 de março de 2010

Cinema: "Bastardos Inglórios".

Quentin Tarantino vem produzindo uma seqüência de filmes absurdos desde a década de 90 quando alcançou rápido sucesso. No seu mais recente projeto, Bastardos Inglórios, Tarantino mostra que consegue explorar mais a fundo o inusitado e o absurdo ao apresentar uma visão totalmente inovadora de um tema tão antigo e tratado à exaustão, o Nazismo.

Aldo (Brad Pitt), o Apache, comanda um grupo de soldados americanos denominados pelo exército nazista de “Bastardos Inglórios”, todos descendentes de judeus, resolvem ir para a guerra em busca de vingança à sua raça. Entre eles estão: Donny Donowitz, um soldado particularmente violento, que estraçalha a cabeça de nazistas com um taco de basebol; e Hugo Stiglitz, ex-nazista pouco eloqüente que se junta aos bastardos depois de se descobrir talentoso para a função de assassino de soldados alemães.

Enquanto isso, Shossanna Dreyfus, um judia disfarça de francesa, arquiteta o seu próprio plano pra derrubar o partido nazista. Quando tinha 17 para 18 anos, escapou da morte nas mãos de Hans Landa (tenham medo), o caçador de judeus, um detetive astuto, encarregado de encontrar e eliminar todo qualquer judeu escondido naquela França dominada pelos alemães. Agora os dois vão se ver novamente no meio da morte, mas dessa vez, ela é quem pretende estar com a arma na mão.

Personagens que se cruzam e se separam. Embora dispersos, só há dois lados, judeus e nazistas, ambos homicidas e sem escrúpulos.

Pode-se dizer que a violência grotesca comum ao roteirista ficou um pouco em segundo plano dessa vez, não se vê o derramamento de sangue de Kill Bill. De qualquer forma, há sangue, há brutalidade e há a comédia violenta de Tarantino escorrendo pela tela durante as mais de duas horas de filme. As cenas longas, os diálogos inteligentes e por vezes incompreendidos recheiam a história enrolada e os muitos personagens. Os livros de História vão considerar o final um absurdo, um ultraje, o que não deixa de ser verdade. E independente disso – ou por isso justamente – o final é a melhor parte.

P.S: Christoph Waltz interpretando Hans Landa, foi premiado como melhor ator coadjuvante no Oscar e no Globo de Ouro, e no Festival de Cannes, por melhor ator.

5 opiniões sobre isso...:

Luiz Eduardo disse...

Achei ótimo Bastardos.
Tem sangue, tem intriga, tem comédia, romance, tragédia...
Tudo isso num pano de fundo bem escrito, em lugares bacanas.
Cenários incríveis, fotográfia e figurino ótimos.
Um elenco de primeira...
Enfim, Top do ano

Vanessa Dantas disse...

Hum.. Mais um que vai pra lista. Tenho que ver muita coisa ainda.
Tem muita gente falando desse filme. Imagino que seja bom mesmo.

Enfim.. Não tenho muito o que comentar. Quando eu assistir, volto aqui.

Beijos.

Ivan Ryuji disse...

Realmente, só ouvi coisa boa desse filme e é mais outro que ainda não assisti.

Bem que dizem que se mede o quanto a sua vida vai bem, pela quantidade de vezes que se vai ao cinema. =/

Mais uma pra minha lista... HAHA

Abraço

Ivan Ryuji
http://blogdoryuji.blogspot.com/

PS: Ah, logo mais atualizo, tenho umas coisas salvas só esperando Os momentos..

Kamilla Barcelos disse...

Bastardos Inglórios já está na minha lista dos filmes que ainda quero ver. Já li muitos críticas positivas sobre ele. Além disso, quero conhecer mais do trabalho de Tarantino, pq até hoje só assisti Kill Bill.

Nah disse...

To louca pra ver esse filme.
Deve ser maravilhoso. Tarantino pra mim é um gênio.

*bjoO!
=]

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